PS DE OUTROS CASOS

CONHECER PARA PODER ATENDER

 

 

PRIMEIROS SOCORROS À VÍTIMA INCONSCIENTE

CONVULSÃO

PARADA RESPIRATÓRIA

PARADA CÁRDIO-RESPIRATÓRIA

QUEIMADURAS

FRATURAS

FRATURA DE COLUNA

HEMORRAGIAS

TRAUMATISMOS

INTERNA

EXTERNA

NASAL

ENTORSE

CONTUSÃO

LUXAÇÃO

 

 

 

CONVULSÃO

 

Conceito: É a perda súbita da consciência, acompanhada de contrações musculares bruscas e involuntárias. Acontece repentinamente.

Causas:
Pode ser causada por febre muito alta, epilepsia, traumatismo na cabeça e intoxicações.

Sintomas:
A pessoa perde a consciência e cai no solo, agita todo o corpo, com batimentos na cabeça, braços e pernas, e a sua face fica com expressão retorcida, como se estivesse fazendo expressões faciais agressivas, com olhos revirados para cima e salivação abundante. Após a convulsão, a pessoa entra em sono profundo.

Conduta:
Evitar, se possível, a queda da vítima contra o chão;
Colocar um pano entre os dentes para que a vítima não morda a língua;
Não se deve impedir os movimentos convulsivos; devemos afastar os objetos próximos para que ela não se machuque, batendo contra eles;
Afrouxar a roupa da vítima;
Evitar estímulos como sacudidas, aspiração de vinagre, álcool ou amoníaco;
Não ficar com medo da salivação abundante. Ela não é contagiosa;
Durante a convulsão, observar as partes do corpo que estão apresentando movimentos convulsivos para relatar ao serviço de saúde.
Quando as contratações desaparecem acomode a vítima de forma confortável, orientando-a quanto ao tempo e espaço e confirmado se ela respira bem;
Encaminhar, em seguida, à Assistência Qualificada.

 

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HEMORRAGIAS

 

Conceito:
Hemorragia é a perda de sangue devido ao rompimento de um vaso sanguíneo, veia ou artéria, alterando o fluxo normal da circulação. A Hemorragia abundante e não controlada pode causar morte de 3 a 5 minutos.

Classificação:
1. Segundo o Local:
Externa: Origem visível, o sangue verte para o exterior.
Interna: quando se produz numa cavidade fechada. Ex: fígado, baço, etc.
Mista: Interna no momento de produzir-se, e externa quando verte para o exterior.

2. Segundo a Espécie:
Arteriais: Mais perigosas; o sangue é vermelho vivo e sai em jato forte, rápida e intermitentemente.
Venosas: O sangue é mais vermelho-escuro, e sai de forma contínua e lentamente.
Capilares: O sangue é de cor intermediária, e brota como pequenas gotas.

Fatores que interferem e modificam o efeito de uma hemorragia.
Idade: menor tolerada nas crianças e velhos.
Sexo: menor tolerada nas mulheres.
Estado de saúde anterior.
Outros.

O que fazer diante de uma Hemorragia?
As providências que você deve tomar para estancar a hemorragia vão depender da parte do corpo em que ela se localiza. Ou seja, se é interna, externa ou nasal. Cada caso trato abaixo especificamente.

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1. Hemorragia Interna:

Uma colisão, um choque com objeto pesado pode acarretar a qualquer um, muitas vezes, uma hemorragia interna. A hemorragia se traduz pelo rompimento de vasos internamente ou de órgãos importantes como o fígado ou o baço. Como não vemos o sangramento, temos que prestar atenção a alguns sinais externos, para podermos diagnosticar e encaminhar ao tratamento médico imediatamente e evitar o estado de choque.

 

Verificar:
Pulsação: Se o pulso está fraco e acelerado;
Pele: Se estiver fria, pálida e as mucosas dos olhos e da boca estão brancas;
Mãos e dedos (extremidades): Ficam arroxeados pela diminuição da circulação sanguínea.

O que fazer?

1. Deitar o acidentado, com a cabeça num nível mais baixo que o do corpo, mantendo-o o mais imóvel possível. 2. Colocar uma bolsa de gelo ou compressas frias no local do trauma; 3. Tranqüilizar o acidentado se ele estiver consciente; 4. Suspender a ingestão de líquidos; 5. Observar rigorosamente a vítima para evitar parada cardíaca e respiratória; e, 6. Providenciar auxílio médico.

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2. Hemorragia Externa:

Nos membros Superiores (Braços) e Inferiores (Pernas): São casos que você encontra com facilidade. Acidentes que podem acontecer a qualquer momento quando lidamos com materiais cortantes ou mesmo quando se leva um tombo e há sangramento na ferida.

O que fazer?

1. Deitar a vítima imediatamente; 2. Levante o braço ou a perna ferida e deixe assim o maior tempo possível; 3. Coloque sobre a ferida um curativo de gaze ou pano limpo e pressione; 4. Amarre um pano ou atadura por cima do curativo; 5. Se continuar sangrando, fazer compressão na artéria mais próxima da região; e, 6. Providenciar auxílio médico. Ao cessar a hemorragia, evitar os movimentos da parte afetada.

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3. Hemorragia Nasal
De todas as hemorragias que podem acontecer, esta é a mais comum em crianças ou adultos. Geralmente são causados por rompimento de vasos sanguíneos do nariz devido os esforços físicos, o excesso de sol, os trabalhos expostos a altas temperaturas, a diminuição de pressão atmosférica, a saídas bruscas de câmaras pneumáticas de submersão, ou ainda em conseqüência de algumas doenças, o que requer uma investigação imediata.

O que fazer?

1. Tranqüilizar a vítima; 2. Afrouxar a roupa que esteja comprimindo o pescoço e o tórax da vítima; 3. Sentar a vítima em local fresco, verificando o pulso (se estiver cheio e forte, deixar sair uma certa quantidade de sangue); 4. Comprimir a narina sangrante com os dedos (5 a 10 minutos); 5. Usar um chumaço de algodão tampando a narina sangrante; 6. Colocar compressa de pano frio ou bolsa ed gelo no nariz, na testa e ou na nuca; e, 7. Se não cessou desta forma, encaminhar a vítima imediatamente ao médico.

Recomendações:
Peça a vítima que respire pela boca e não deixe que assoe o nariz.

 

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PARADA RESPIRATÓRIA

 

Vários são os acidentes que provocam uma parada da respiração: asfixia, afogamento, intoxicação por medicamentos e monóxido de carbono, sufocamento e choque elétrico. Se as funções respiratórias não forem restabelecidas dentro de 3 a 5 minutos, as atividades cerebrais cessarão totalmente ocasionando a morte.  Assim sendo, a manutenção da oxigenação dos tecidos à custa da respiração artificial tem possibilitado a recuperação de muitas pessoas. Alguns sinais de que houve a parada respiratória são a ausência de respiração (expansão do tórax) e a dilatação das pupilas.

 

O que fazer?
1. Afastar a causa ou a vítima da causa, se for necessário; 2. Verificar nível de consciência; 3. Retirar da vítima a dentadura, pontes, restos de alimentos; 4. Abrir e manter desobstruída a passagem de ar; 5. Iniciar imediatamente a Respiração Artificial. Esta pode ser: ou boca a boca ou boca a nariz.

 

Respiração Artificial boca a boca: Levantar a nuca da vítima com uma das mãos e com outra inclinar a cabeça para trás ficando a ponta do queixo voltada para cima. Tampar as narinas da vítima com o polegar e o indicador, e abrir completamente a boca da vítima. Encher bem os pulmões e colocar a sua boca sobre a da vítima, sem deixar nenhuma abertura, assoprando com força até perceber que o tórax da vítima está se elevando. Iniciar novamente a operação, repetindo-a de 12 a 18 vezes por minuto, uniformemente e sem interrupção. Encaminhar a vítima para um Pronto-Socorro, mas continuar a técnica durante todo percurso. Se não houver pulsação efetuar ao mesmo tempo a massagem cardíaca. Mas, se a vítima sofreu fratura de mandíbula, cortes (com hemorragia) na boca, ou quando não se consegue abrir sua boca, é usada a Respiração Artificial Boca a Nariz.

 

Respiração Artificial Boca a Nariz: Levantar a nuca da vítima com uma das mãos e com a outra, inclinar a cabeça para trás, ficando a ponta do queixo para cima. Apertar o maximilares para evitar a saída de ar pela boca. Colocar sua boca em contato com as narinas da vítima e soprar com força. Afastar a boca. Abrir a boca da vítima o quanto puder e observar o esvaziamento natural dos pulmões. Recomeçar a operação e prosseguir num ritmo de 12 a 18 vezes por minuto. Encaminhar a vítima para um Pronto Socorro e continuar a técnica no percurso.

 

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PARADA CÁRDIO-RESPIRATÓRIA

 

Parada cardíaca é a cessação repentina dos batimentos cardíacos. Nos ambientes de trabalho onde se encontram trabalhadores expostos a determinados agentes químicos, como monóxido de carbono, defensivo agrícola etc. há o perigo de ocorrer a parada cardíaca. Também pode estar presente no infarto do coração, em choques elétricos, nas intoxicações, nos acidentes graves e em outras situações.

Sinais de que houve a parada cardíaca:
1. Pulso Ausente; 2. Insuficiência Respiratória; 3. Dilatação nas pupilas dos olhos; 4. Perda da Consciência; 5. Cianose (Coloração arroxeada da pele e lábios); 6. Ausência de batimentos cardíacos.

O que fazer?
Colocar a vítima deitada de costas em uma superfície rígida; Apoiar a metade inferior da palma da mão no terço inferior do osso esterno e colocar a outra mão por cima da primeira (os dedos e o restante da palma da mão deve encostar-se ao tórax da vítima); Esticar os braços e comprimir verticalmente o tórax do acidentado; Fazer regularmente compressões curtas e fortes (cerca de 60 por minuto); Concomitantemente, associar a respiração artificial, seguindo um ritmo de cinco compressões para cada respiração aplicada.

 

Técnica de massagem Cardíaca
Nos casos de parada cardíaca e respiratória iniciar a reanimação cardiopulmonar - massagem cardíaca e respiração artificial. Se tiver apenas um socorrista, este deverá aplicar após cada 15 compressões cardíacas, 2 insuflações de ar boca a boca, alternadamente, até que chegue outra pessoa para auxiliá-lo ou até que a vítima se reanime. Nos casos em que houver dois socorristas, fazer 5 compressões cardíacas, e uma insuflação de ar boca a boca, alternadamente até que seja providenciada assistência médica ou até que a vítima se reanime.

 

ATENÇÃO:

Este é o socorro mais urgente e importante que você

deverá aplicar para salvar uma pessoa.

Não proceda além disto!

  

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QUEIMADURAS

 

 

Conceito: Queimaduras são ferimentos produzidos nos tecidos pela ação de agentes: Físicos (Frio, Calor) Ex: Eletricidade, raios solares, fogo, vapores, etc. Ou Químicos (Produtos Corrosivos) Ex: Ácidos ou Bases Fortes.

 

Classificação:
1. Quanto à Profundidade:
Primeiro Grau: Quando a lesão é superficial, provocando apenas a vermelhidão da pele, sem formar bolhas. Geralmente ocorre muita dor pela irritação das terminações nervosas da pele.
Segundo Grau: Quando a lesão é mais profunda, provocando a formação de bolhas.
Terceiro Grau: Quando a pele é destruída e são atingidos músculos e/ou órgãos internos do corpo.

 

2. Quanto à Extensão:
As queimaduras são classificadas quanto à área do corpo atingida. Quando a área afetada é maior que a da palma da mão, a vítima deve receber assistência qualificada depois que lhe forem prestados os primeiros socorros.

Conduta:
Retirar a pessoa do contato com a causa da queimadura. Exemplos: Agentes Químicos: Lavar a área queimada com bastante água, retirando a roupa se ainda contiver alguma substância. Fogo: Apagar de forma adequada (extintor apropriado, areia, água ou outro). Pode-se abafar com cobertor ou rolar o acidentado no chão. Não correr. Verificar se a respiração, o batimento cardíaco e o nível de consciência estão normais. Se não proceder ao atendimento conforme explicação anterior. Aliviar ou reduzir a dor e prevenir a infecção: Mergulhar a área afetada em água limpa ou em água corrente até aliviar a dor. Não romper as bolhas ou retirar roupas queimadas que estiverem aderidas à pele. Se as bolhas estiverem rompidas, não colocar em contato com a água. Não aplicar pomadas, líquidos, cremes e outras substâncias sobre a queimadura. Estas podem complicar o tratamento e necessitam de indicação médica. Se a pessoa estiver consciente e sentir sede, deve ser-lhe dada toda a água que deseja beber, lentamente e com cuidado. Encaminhar logo à assistência de saúde, para avaliação e tratamento.

 

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TRAUMATISMO MÚSCULO-ESQUELÉTICO

 

 

1. Entorse

 

Conceito: É uma lesão que ocorre quando se ultrapassa o limite normal de movimento de uma articulação. Normalmente, ocasiona uma distensão dos ligamentos e da cápsula articular.

Sinais e Sintomas:
Dor intensa ao redor da articulação; Dificuldade de movimentação em graus variáveis; e, Pode haver sangramentos internos.

Conduta:
Aplicar frio intenso no local (bolsa de gelo, toalhas frias, etc.). Não fazer massagens ou aplicações quentes (apenas 24 horas após a entorse.). Imobilizar a articulação atingida e não movimentá-la; e, Procurar um serviço de saúde para avaliação e tratamento adequados.

 

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2. Contusão

 

Conceito: É o resultado de um forte impacto na superfície do corpo. Pode causar uma lesão nos tecidos moles da superfície, nos músculos ou em cápsulas ou ligamentos articulares. Algumas vezes a lesão é profunda, tornando difícil determinar a sua extensão.

Sinais e Sintomas:
Coloração roxa da pele (Hematoma) e dor na área de contato.

Conduta:
Aplicar gelo no local imediatamente. Não massagear ou aplicar calor (apenas 24 horas após a contusão); e, Procurar um serviço de Saúde para a avaliação e o tratamento adequado.

 

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3. Luxação

 

Conceito: É o deslocamento de um dos ossos da articulação, geralmente acompanhado de uma grave lesão de ligamentos articulares. Isso resulta no posicionamento anormal dos dois ossos da articulação. A luxação pode ser total ou parcial (os dois ossos da articulação ainda permanecem em contato).

Sinais e Sintomas:
Deformidade e movimento anormal da articulação; Cavidade entre as superfícies articulares; Dor intensa; e, Sangramento intenso.

Conduta:
Cuidadosamente colocar os dois ossos numa posição de conforto que permita a imobilização e o transporte com o mínimo de dor. A articulação só deve ser recolocada no lugar por profissionais médicos; Não fazer massagem ou aplicação de calor; e, Procurar imediatamente um Serviço de Saúde para avaliação e tratamento adequados.

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FRATURAS

 

Conceito: É o rompimento total ou parcial de qualquer osso.

Classificação:

1. Quanto à relação do osso como o meio externo:
Fechada: Quando a pele não é rompida pelo osso quebrado;
Aberta ou Exposta: Quando o osso atravessa a pele e fica exposto. A possibilidade de infecção neste tipo de fratura é muito grande, e deve ser observada com atenção.
2. Quanto à extensão da fratura:
Completa: Abrange toda a espessura do osso;
Incompleta: Abrange parte da espessura do osso.

Sinais e Sintomas:
Dor intensa no local e que aumenta ao menor movimento; Inchaço no local; Crepitação ao movimentar (som parecido com o amassar de um papel); Hematoma (rompimento de vaso, com acúmulo de sangue no local); e, Paralisia por lesão de nervos.

Conduta:
Não tentar colocar o osso no lugar, pois isto poderá causar complicações. Colocar os ossos numa posição mais próxima do natural, lentamente, junto ao corpo; Só movimentar o segmento do corpo fraturado após sua imobilização. Esta pode ser feita com um pedaço de madeira, cabo de vassoura, guarda-chuva, jornal enrolado ou outro material estável. Deve-se imobilizar as articulações acima e abaixo do local fraturado; Evitar limpar qualquer ferida; qualquer movimento desnecessário poderá causar complicações (exposição da fratura, corte de vasos ou ligamentos, etc.); Aplicar gelo para reduzir a inflamação; e, Procurar um Serviço de Saúde para avaliação e tratamento adequados.

 

IMPORTANTE:

Se existir dúvida se o osso está ou não quebrado,

aja como se realmente houvesse um fratura e imobilizar.

  

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Fraturas na Coluna Vertebral

Conceito:

A Coluna Vertebral é feita de vários ossos pequenos (vértebras), empilhados uns sobre os outros. Num canal interno passam os nervos (medula) que levam e trazem mensagens do cérebro para o restante do organismo, para que se realizem todas as atividades do corpo humano (respiração, movimentação, etc.). Uma fratura da coluna vertebral pode causar lesões na medula, levando a danos irreversíveis ou não à saúde da pessoa (exemplo: paralisia das pernas).

Sinais e Sintomas:
Dor nas costas ou pescoço; Formigamento de parte do corpo, geralmente nas pernas; e, Dificuldade ou impossibilidade de movimento, ou de sentir alguma parte do corpo (geralmente as pernas).

Conduta:
Não deixar a vítima se movimentar, ou não tentar remover a pessoa do local sem ajuda; e, Imobilizar a pessoa (sem movimentá-la bruscamente) completamente de tal forma que ao levá-lo a um Serviço de Saúde NÃO haja movimento da coluna ou da cabeça.

 

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VÍTIMA INCONSCIENTE

 

A Primeira Medida:

A primeira medida que devemos tomar diante de uma vítima que não se comunica é verificar o grau de consciência.

Devemos saber se ela:
Se comunica; Responde ao toque; e ou Reponde à dor.

Quando se está inconsciente:

Se a vítima está inconsciente, não responde nem ao toque nem à dor, devemos perceber se ela respira. Se a vítima está inconsciente e respirando, a musculatura fica relaxada e a língua pode "escorregar" para trás e impedir a passagem do ar; podem ocorrer vômitos ou eliminação de mucosas.
Para evitar que isto aconteça, devemos deixar a vítima na posição "de bruços". Se a vítima está inconsciente e sem respiração, devemos estendera cabeça dela para trás; se não voltarem os movimentos respiratórios, inicie a Respiração Artificial.

 

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