
Há
230 espécies de peixes mato-grossenses, as mais comuns são piranha, pacú,
pintado, dourado, cachara, curimbatá, jaú, piau, tucunaré, cachorra,
piraputanga, jurupecem, jurupoca e barbado.
Os
“Peixes para Iscas” você encontrará suas informações no item “Iscas
Naturais” ou clicando em cima dos links ativos na tabela abaixo.
É
só acessar e conferir.
| LICENÇA
PARA PESCA |
TAMANHOS
MÍNIMOS DOS PEIXES |
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| ANIMAIS
PARA ISCAS |
PEIXES
PARA PESCA |
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| CAMPOATÁ |
CARAMUJO | ABOTOADO |
ARRAIA |
BAGRE |
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| CARANGUEJO | CASCUDO | BARBADO |
CACHARA | CACHORRA | |
| ESCARGOT | GAFANHOTO | CORIMBATÁ | DOURADO | JAÚ |
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| JIJUM | LAMBARI | JURUPECEM | JURUPOCA | MATRINXÃ | |
| LIBÉLULA | MINHOCA | PACU | PACU-PEVA | ||
| MINHOCAÇU | MUÇUM | PALMITO | PIAVA | ||
| SAICANGA | SARDINHA | PINTADO | PIRANHA | PIRAPUTANGA |
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| SAUÁ | TUVIRA | TRAÍRA | TUCUNARÉ | ||
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Para
se pescar Dourados deve-se utilizar equipamento de ação média/pesada
com varas para linhas de 10 a 30Lbs, carretilha ou molinete que comporte
100m de linha 0,40mm. Pode-se pescar de duas maneiras: com Iscas
naturais: Com um encastoado e um anzol de tamanho 8/0,
utilizando-se um pequeno peixe da região como isca (de preferência vivo)
procede-se arremessando em locais de águas rápidas: corredeiras em saídas
de poços, bocas de lagoas, etc. As melhores iscas são: Tuviras
(morenitas), sauás, piaus e jejus. Ou com Iscas
artificiais: Considerada uma das mais emocionantes modalidades de
pesca, a pesca com iscas artificiais têm particularidades que só com a
prática podem ser descobertas, porém algumas podem ser logo observadas:
Ao ataque do Dourado, fisgue com bastante força, pois a boca deste peixe
é muito dura, dificultando a fixação do anzol. |
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As
Melhores épocas para pesca-la é durante todo o ano, sempre respeitando
as épocas de Piracema. E seu tamanho mínimo é 25 cm. Apesar de muitos
pescadores acharem que devem matar todas as Piranhas que são capturadas,
deve-se soltar a maioria, pois a Piranha pode ser considerada como o maior
protetor dos peixes do Pantanal e da Amazônia, já que rouba muitas
iscas, evitando que outras espécies sejam capturadas em excesso. Conhecida
como predadora implacável, a Piranha está sempre a procura de carne,
seja de peixe ou qualquer outro animal sendo, portanto, muito fácil de
ser capturada. Para se pescar Piranhas , pode-se utilizar qualquer tipo de
equipamento, desde que a isca seja um pedaço de carne, de preferência
sangrando, pois a Piranha pode captar a isca a muitos metros de distância.
As maiores Piranhas existentes são as do Pantanal e as Piranhas pretas
que vivem em águas Amazônicas. Para estas, deve-se utilizar equipamento
de ação média a média/pesada, composto por uma vara para linhas de 10
a 25Lbs, carretilha ou molinete com capacidade para armazenar 100m de
linha de 0,40mm de diâmetro e um anzol número 4/0 a 7/0 encastoado, pois
as piranhas têm dentes que podem cortar a linha facilmente. Para atrair
grandes cardumes de Piranhas é muito fácil, pois basta cevar o local com
pedaços de carne com sangue, que é o principal atrativo para este tipo
de peixe. |
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O material de pesca é basicamente o mesmo usado para o Pintado ou Cachara, de médio a pesado. Linhas de bitola 0.40 a 0.60 com anzóis de 2/0 a 6/0. É sempre aconselhável que se use encastoado, girador e chumbada ovalada (oliva), variando o peso conforme a força da água. As iscas usadas são Tuviras, Pirambóias, Minhocuçus, filés de peixe. |
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Quando
estiver em um determinado local do rio, teste todas as possibilidades,
pois pode ocorrer de não se estar pegando nada em uma curva, porém, na
mesma curva do outro lado do rio pode haver um grande cardume passando
desapercebido. Os Pintados podem ser pescados durante todo o ano, devendo
se evitar as épocas de frio e Piracema. Seu Tamanho mínimo permitido é
80 cm.
Deve-se
utilizar equipamento de ação média/pesada para pesada, pois este peixe
pode alcançar até 80Kg, apesar de exemplares como este serem muito difíceis
de serem capturados hoje em dia, pois a pesca predatória é muito grande.
A vara deve ser para linhas de 15 a 45Lbs, a carretilha ou o molinete deve
armazenar 100m de linha de 0,50mm de diâmetro e os anzóis devem ser
encastoados de tamanho 7/0 a 10/0. Deve-se utilizar chumbada que possa
correr na linha, tendo seu peso variando com a profundidade do pesqueiro e
a correnteza. Com iscas naturais, pode-se pescar na rodada ou ancorado,
sendo que as melhores iscas são: tuvira (morenita), cascudinho, jeju,
lambaris, piaus e pedaços de peixe. Com iscas artificiais , pode-se
pescar no arremesso ou no corrico sendo esta última a melhor opção. As
melhores iscas serão as de profundidade com tamanho variando entre 20 e
30 cm de comprimento. |
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Este
peixe é um dos habitantes mais comuns das águas correntes de nosssa região
pantaneira, pertence à numerosa família pimelodidae. De pequeno porte,
dificilmente ultrapassa os 50 cm. Carne muito saborosa e macia, talvez daí
a origem de seu nome. Seu dorso é de coloração cinza escuro, passando a
cinza claro no sentido de ventre. Seus olhos podem ser considerados
grandes em proporção à sua pequena cabeça. O equipamento de preferência é material leve, o que dá um pouco mais de esportividade à pesca desta espécie. Linhas de 0.30 a 0.40 e anzóis de 2/0 a 6/0. Girador, chumbada e encastoado, também de tamanho médio. O encastoado é sempre bom para proteger a linha contra possíveis ataques das piranhas. As iscas são pequenos peixes, ou mesmo pedaços deles, minhoca, gafanhoto ou pequenos insetos, pedaços de coração ou fígado de boi.
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TOPO
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Este
peixe pode ser encontrado tanto em águas salgadas e salobras da costa
leste brasileira como nas águas interiores do nosso território. O nome
bagre é genérico, já que existem muitas espécies de bagre diferentes.
No mar podem atingir até um metro de comprimento e 15Kg de peso, sendo
que em águas interiores chegam a atingir apenas 2Kg, não considerando é
claro os grandes Bagres que tem nome específico como por exemplo a
Pirarara e a Piraíba. Este
peixe pode ser pescado durante todo o ano tanto na praia quanto embarcado
em rios e canais de baías. Deve-se utilizar equipamento leve, composto
por uma vara para linhas de 6 a 14 Lbs, carretilha ou molinete com
capacidade para armazenar 100 metros de linha com 0,30mm de diâmetro e
anzóis tipo maruseigo tamanho 1/0 a 3/0. Deve-se utilizar chumbada que faça
com que a isca toque o fundo. Pode-se também pescar com vara de bambu ou
telescópica, caso o pesqueiro possibilite que, desta forma, a isca fique
ao alcance do peixe. As melhores iscas são as minhocas, larvas e pedaços
de carne(coração de boi). Mas
tome muito cuidado com os ferrões deste peixe, pois uma ferroada pode
causar sérios danos ao pescador estragando a pescaria. Seu tamanho mínimo
permitido é de 25cm. |
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Como
no verão o Pantanal está fechado para pesca(época da Piracema), os
melhores meses serão os de março e abril, pois o nível das águas deverá
estar alto e ainda deverão existir árvores derrubando frutas na água,
local onde haverá maior concentração de Pacús. Seu tamanho mínimo é
40 cm. O
Pacú pode ser pescado de duas maneiras: Na Batida: Com o
barco na rodada próximo a um barranco com árvores frutíferas,
utilizando-se um varejão de aproximadamente 4,0m de comprimento, linha de
0,50mm de diâmetro do comprimento da vara e um anzol encastoado de haste
curta, tamanho de 3/0 a 6/0, procede-se batendo com a isca (fruta,
coquinho ou bola de massa) 2 ou 3 vezes seguidas deixando a isca afundar
até que o Pacú a ataque. Fisgue com bastante força para que o anzol
fixe na boca dura do peixe. Ou no Arremesso:
Deve-se utilizar equipamento de ação média/pesada composto por uma vara
para linhas de 10 a 25Lbs, anzol encastoado de haste curta de número 3/0
a 6/0 e chumbada que possa correr pela linha. Com o barco amarrado próximo
ao barranco, arremessa-se a isca de modo que ao afundar ela fique em
locais como: debaixo de camalotes, barrancos com árvores frutíferas,
etc. As melhores iscas são as que possuem gosto azedo: caranguejo, filé
de peixe amanhecido e frutas da região. Tanto na batida como no
arremesso, deve-se fazer o máximo de silêncio, pois ao menor barulho os
Pacús somem. |
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As
Cacharas freqüentam rios, lagoas, igarapés, desde a Amazônia até o
Pantanal Mato-grossense. Freqüentam os locais de águas mais lentas, próximas
a camalotes (aguapés) onde espreitam suas presas e, ao mesmo tempo, tem
refúgio dos seus predadores. Para
sua pesca deve-se utilizar equipamento médio/pesado, pois este peixe pode
alcançar 1,20m de comprimento e pesar até 20 Kg. Deve-se utilizar uma
vara para linhas de 10 a 30Lbs, a carretilha ou o molinete deve comportar
100m de linha de 0,50mm de diâmetro, sendo que na ponta da linha deve-se
usar um empate ou encastoado e anzóis com tamanho variando de 6/0 a 10/0.
As iscas mais utilizadas são as de pequenos peixes da região em que se
está pescando, como as tuviras (morenitas), piaus, jejus, muçuns, etc.
Pode-se também pescar com iscas artificiais que trabalham bem rente ao
fundo, utilizando-se o mesmo equipamento das iscas naturais. Procede-se
se parando o barco a aproximadamente 20m do local em que se quer
arremessar. Após tocar o fundo, deve-se manter a linha esticada, ficando
à espera de pequenos toques que serão seguido de uma corrida longa.
Quando a vara abaixar com a corrida do peixe, fisgue vigorosamente duas
vezes para que o anzol fixe bem. Você deve tomar cuidado com os ferrões
laterais, pois estes podem causar graves ferimentos no pescador
descuidado. As cacharas podem ser capturadas de fevereiro à outubro,
sendo melhor as épocas de seca. O tamanho mínimo exigido é de
80cm. |
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(Leporius
copelandi e
Leporinus
sp) Deve-se
utilizar equipamento de ação média, composto por uma vara para linhas
de 10 a 20Lbs, carretilha ou molinete com capacidade para armazenar 100m
de linha de 0,40mm de diâmetro, anzóis de haste curta tamanho 2/0 a 5/0
e chumbada móvel na linha. As melhores iscas são: caranguejos, frutas e
pequenos peixes inteiros ou em pedaços. Procede-se arremessando a isca
deixando afundar, mantendo a linha esticada. Deve-se fisgar ao se sentir
toques curtos na linha, pois o Piauçu costuma roubar a isca com extrema
rapidez. Mantenha a embreagem do seu molinete ou da sua carretilha bem
regulada, pois este peixe briga muito tomando vários metros de linha
antes de ser embarcado. |
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Deve
se utilizar equipamento de ação pesada, composta de vara para linhas de
20 a 50Lbs, carretilha ou molinete com capacidade para armazenar 150m de
linha 0,60mm e anzóis encastoados de tamanho 10/0 a 14/0. Ancorando o
barco um pouco acima do poço, procede-se se arremessando a isca de forma
que esta permaneça bem colada ao fundo, sendo necessária a utilização
de chumbada de até 1000g (1Kg). Quando fisgado este peixe pode tomar
muitos metros de linha, pois além de forte ele é ajudado pela
correnteza. Por isso, o pescador deve ter paciência ao brigar com o
peixe, pois para que a linha não arrebente, é necessária às vezes mais
de uma hora de briga. Se
ao começar a pescaria, alguns abotoados forem capturados, não desanime,
pois o abotoado é o principal alimento do Jaú sinalizando que ele está
por perto. |
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O
equipamento deve ser de ação leve ou média/leve, composto por uma vara
para linhas de 8 a 14Lbs, carretilha ou molinete que comporte até 100m de
linha de 0,30mm de diâmetro. Deve-se utilizar anzóis número 12 a 16 e
pouco chumbo, pois se concentram à meia água. As iscas naturais mais
utilizadas são: frutas da região, peixes pequeninos , vísceras de peixe
e milho verde cozido. Caso se queira pescar com iscas artificiais, deve-se
utilizar pequenos plugs de superfície, meia água e spinners.
Também
pode-se pescar com varas de bambu ou telescópicas, linha de 0,30mm de diâmetro
com o mesmo comprimento da vara e anzóis de número 12. Pode-se utilizar
bóia ou não, dependendo da profundidade em que se quer pescar. Mantenha
a embreagem do seu molinete ou carretilha bem regulada, pois, quando
fisgada, a Piraputanga dá fortes corridas que podem comprometer a linha.
Quanto mais fina for a linha, mais esportiva estará sendo a pescaria. |
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Geralmente se usa equipamento de leve a médio, carretilha, molinete, vara de bumbu ou linha de mão. Linha de bitola de 0.30 a 0.50 com anzóis de 2/0 a 4/0, chumbada ovalada (oliva), encastoado e girador. As iscas são normalmente brancas, (sauás, lambaris, saguirus, corimbinhas, piauzinhos, etc...). Pesca-se também com Tuvira, Jeju, Pirambóia, etc...
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TOPO
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Conhecido também como Bico de Pato, ou Surubim Lima. Como todos os peixes da espécie surubim, possui a cabeça achatada, boca larga, hábitos noturnos, muito embora seja pescado durante o dia, em águas mais turvas e profundas. Uma das características principais do Jurupencém, é a grande diferença entre o maxilar superior e inferior. É dotado de uma mancha longitudinal no dorso e outra nas laterais do corpo. As nadadeiras tomam um tom de avermelhado para o róseo. Não chega a atingir grandes proporções, mantém uma média entre 35 e 45 cm de comprimento. O equipamento de pesca é o material leve, embora seja comum essa espécie entrar durante a pesca de peixes maiores. Linhas de bitola 0.30 a 0.50, com anzóis de 1/0 a 4/0. Encastoado e girador médio. Chumbada, como em quase todos os casos, variando conforme a profundidade e velocidade da água. As iscas preferenciais são as brancas e pequenas, (lambaris, saguirus, sauás) minhoca, minhocuçu, Tuviras, pedaços de coração e fígado de boi. |
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ABOTOADO
/ BOTOADA / ARMAU (Pterodoras
granulosus) Vive
em rios nos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso e freqüenta poços
de grande profundidade onde rastreia o fundo atrás de comida, podendo
atingir até 70cm de comprimento e 7Kg de peso. É
muito comum se capturar Armaus quando se está pescando Jaú, já que
ambos freqüentam os mesmos locais, sendo que o Armau, muitas vezes, serve
de alimento para o Jaú. Porém, se o pescador partir em busca apenas do
Armau, ele deve utilizar equipamento médio/pesado, composto por vara para
linhas de 12 a 30 Lbs, carretilha ou molinete com capacidade para
armazenar até 100m de linha com 0,50mm de diâmetro e anzóis tipo
maruseigo de tamanho 6/0 a 8/0. Deve-se utilizar chumbada suficiente para
que a isca venha a tocar o fundo. Procede-se ancorando o barco próximo ao
poço, a uma distância que faça com que a isca, ao ser arremessada,
fique na parte mais profunda do rio. As melhores iscas são os minhocuçus,
tuviras e pedaços de peixe.
Será
comum a ocorrência de jaús nesta pescaria, portanto leve um galão que
flutue e amarre-o na ponta da corda da âncora que estiver amarrada ao
barco, deixando um laço fácil de ser desfeito. Caso o peixe pareça
muito maior que um Armau, desamarre o barco, deixando a âncora sinalizada
e vá com o barco atrás do peixe, pois o material acima descrito serve
apenas para os Armaus ficando muito leve para os Jaús. Pode
ser capturado durante todo o ano respeitando, logicamente, as épocas de
reprodução. Tamanho Mínimo é de 35 cm. |
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As
cachorras podem ser pescadas durante todo o ano, sendo que na estiagem,
quando a água está mais limpa e o rio mais baixo, é mais fácil de
encontrá-la, pois a disputa por alimento aumenta. O tamanho mínimo
permitido é de 40cm. Para
se pescar Cachorras, deve-se utilizar um equipamento de ação média/pesada,
composto por uma vara para linhas de 12 a 30Lbs e carretilha ou molinete
com capacidade para 100m de linha de 0,40mm de diâmetro. Deve-se utilizar
um encastoado de aço encapado próximo à isca , para evitar que os
dentes afiados da Cachorra cortem a linha durante a briga. Tanto com iscas
naturais como com iscas artificiais, procede-se arremessando a isca em
locais de águas rápidas e turbulentas, próximo à estruturas como
galhos, pedras, e desbarrancados, tomando cuidado de manter a linha
esticada para que esta não enrosque e que permita a fisgada no primeiro
ataque do peixe. Dica:
Como a Cachorra salta muito ao se sentir fisgada, mantenha a vara abaixada
com a linha esticada para que ao saltar, o peixe não escape. |
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MATRINXÃ
(Brycon sp) A
Matrinxã pode ser considerada hoje, como um dos peixes mais esportivos
das águas interiores brasileiras, pois promove ataques cinematográficos
às iscas artificiais, seguidos de fortes corridas e saltos acrobáticos.
A melhor forma de se pescar Matrinxãs é na modalidade de pesca com iscas
artificiais, sendo que o equipamento utilizado deve ser de ação média
composto por uma vara para linhas de 10 a 20Lbs e carretilha ou molinete
com capacidade para 100m de linha de 0,35mm de diâmetro. As melhores
iscas são os pequenos plugs de superfície, meia água e spinners.
Procede-se arremessando junto a estruturas submersas ou embaixo de árvores
frutíferas, trabalhando os plugs com pequenos toques para provocar o
ataque do peixe. Os spinners devem ser recolhidos de forma contínua e com
velocidade média. Portanto, utilize linhas mais finas para aumentar a
esportividade da pescaria. Tome cuidado quando o peixe saltar, pois é
nesta hora que as iscas costumam escapar da boca do peixe vindo em direção
ao pescador. |
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Originários
da Amazônia podem ser encontrados em lagoas marginais aos rios nas épocas
de seca e nos igapós nas épocas de cheia. Atualmente, também são
encontrados em represas hidrelétricas desde o oeste do Paraná (Itaipú)
até o estado de Goiás (Emborcação) e no norte do Pantanal
Mato-grossense (Rio Piquiri). Os
tucunarés, pesando entre 2 e 3 quilos, são encontrados em abundância
nas águas do Pantanal. É bom salientar também que, de outubro a final
de janeiro e até meados de fevereiro, o tucunaré tem sua época de
desova, que deve ser respeitada, pois nessa ocasião se reproduzem e
protegem a prole valentemente, tornando-se então, pela vulnerabilidade
ocasionada por sua valentia, presas fáceis de pescadores menos
esportistas. As
melhores épocas são os
meses de setembro e outubro, pois nesta época, tanto as águas de
represas como de rios, estarão com seus níveis estabilizados,
proporcionando ao Tucunaré, o início da sua reprodução. São
permitidos os Tucunarés com o tamanho
mínimo de 35 cm. Deve-se
utilizar equipamento de ação média a média/pesada, com vara para
linhas de 10 a 25Lbs, carretilha ou molinete com capacidade para armazenar
100m de linha de 0,40mm de diâmetro, um arranque de linha de 0,60mm de diâmetro
e 1,50m de comprimento , sendo que preferencialmente deve-se usar iscas
artificiais. Procede-se se arremessando a isca próxima a estruturas como: paus, pedras e capim, pois ali estarão os Tucunarés espreitando suas presas. As melhores iscas serão as de meia água e de superfície do tipo hélice e zigue-zague. Caso o Tucunaré bata na isca de superfície, mas não seja fisgado, arremesse em seguida uma isca de meia água, fazendo com que ela passe no local onde ocorreu a primeira ação, pois desta forma o Tucunaré dificilmente recusará a isca. |
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Fonte Ibama |
Consulte ainda para maiores detalhes os tópicos no menu lateral sobre “A Piracema”, “Leis da Pesca” e "Órgãos Fiscais".
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NOME
VULGAR |
NOME
CIENTÍFICO |
MEDIDA
MÉDIA |
|
Abotoado |
Pterodoras
granulosus |
35
cm |
|
Acará |
Loricariidae |
15
cm |
|
Apapá |
Pellona
castelnaeana |
45
cm |
|
Aruanã |
Osteoglossum
bicirrhosum |
50
cm |
|
Bagre |
Tachys
urus genidens |
25
cm |
|
Bagre |
Tachys
felichthys |
25
cm |
|
Barbado |
Pinirampus
pirinampus |
40
cm |
|
Bicuda |
Boulengerella
sp |
80
cm |
|
Black
Bass |
Micropterus
salmoides |
30
cm |
|
Cachara |
Pseudoplastistoma
fasciatum |
80
cm |
|
Cachorra |
Raphiodon
vulpinus |
40
cm |
|
Camboatá |
Callichtys
collichtys |
|
|
Cascudo |
Nematognatha |
|
|
Chicote |
|
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|
Curimba |
Prochilodus
lineatus |
38
cm |
|
Curimatá
Pacu |
Prochilodus
scrofa |
40
cm |
|
Dourada |
Brachyplathystoma
flavicans |
120
cm |
|
Dourado |
Salminus
maxillosus |
55
cm |
|
Jaú |
Paulicéia
luetekini |
90
cm |
|
Jurupecem |
|
75
cm |
|
Jurupoca |
Hemisorubim
plathyrhynchos |
50
cm |
|
Lambari |
Astyanax
sp |
20
cm |
|
Mandi |
|
15
cm |
| Matrinchã | 40 cm | |
|
Pacu |
Colossoma
mitrei |
40
cm |
|
Pacu-caranha |
Piaractus
mesopotamicus |
35
cm |
|
Pacu-peva |
Mylossoma
orbignyanum |
|
|
Piau |
Leporinus |
30
cm |
|
Piauçu |
Leporinus
spp |
40
cm |
|
Piava |
Leporinus
friderici |
|
|
Pintado |
Pseudoplastysoma
coruscans |
80
cm |
|
Piranha |
Serrasalmus
spp |
25
cm |
|
Piraputanga |
Brycon
hilarii |
30
cm |
|
Rapa-Canoa |
|
|
|
Saicanga |
Sagüiru
açu |
15
cm |
|
Sardinha |
Triphortheus
angulatus |
15
cm |
|
Sauá |
Tetragonopterus
argentus |
5
cm |
|
Tambaqui |
Colossoma
macropomum |
55
cm |
|
Traíra |
Hoplias
malabaricus |
30
cm |
|
Traírão |
Hoplias
lacerdae |
45
cm |
|
Tucunaré |
Cichla
spp |
35
cm |
|
Ximboré |
Schizodon
sp |
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