Sempre
que se for comprar qualquer tipo de material de pesca, deve-se procurar lojas
com atendimento especializado e que dão garantia de qualidade e funcionamento
dos equipamentos vendidos. Dessa forma, o pescador comprará bons equipamentos
com economia e garantia.
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A
tralha de pesca jamais fica completa sem eles. Até as varas podem ser
esquecidas, mas, para quem deseja fisgar um peixe, esses apetrechos têm
importância básica. O anzol, acessório de importância singular
comparado aos muitos equipamentos e complementos usados na pesca, muitas
vezes, acaba por ser ignorado pelo pescador, normalmente atraído por
produtos mais bonitos e modernos. Mas deve-se ter sempre em mente que o
anzol tem por função principal fazer contato direto com o peixe.
Qualquer um fica frustrado ao perder um peixe, seja anzol em más
condições, seja por sua inadequação aos espécimes ou ao tamanho
daqueles que se pretende pescar. Se estudarmos melhor o assunto será possível
evitar a maioria dos problemas a eles relacionados. Dos espinhos ao metal
até hoje se sabe muito pouco sobre qual teria sido o primeiro tipo de
anzol usado pelo homem. Conhecemos somente alguns tipos rudimentares
confeccionados com materiais facilmente encontrados pelos nossos
ancestrais. Como exemplo desses materiais temos os espinhos de árvores,
os ossos de animais, e
Como regra
geral a escolha do anzol deve basear-se em dois critérios básicos: (1) a
espécie a ser pescada, principalmente o tamanho da boca e as características
alimentares do peixe e, (2) o tipo
Espécies de boca pequena, ou que se alimentem em pequenas porções, geralmente requerem anzóis de menor tamanho e, por conseguinte, iscas menores. Por outro lado, iscas vivas geralmente duram mais em anzóis mais finos, que tem menor resistência. A haste longa facilita a colocação de iscas que precisem ser amarradas, por não se prenderem bem à fisga do anzol. |
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Desde a mais remota época, em que se produziam anzóis de ossos, chifres, pedras, etc, nota-se uma constante mudança, por parte dos fabricantes, que tentam aprimorar seu formato, de forma a aumentar o poder de fisgada para cada tipo de peixe. Isso acabou proporcionando ao pescador, uma grande variedade de formatos e tamanhos específicos que, se corretamente utilizados, poderão aumentar a produtividade da pesca. |
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São
agrupamentos de anzóis, normalmente em número de 3, utilizados para
guarnecer iscas artificiais, apesar de muitos pescadores inescrupulosos
utilizarem as garatéias para pescar com iscas vivas. A escolha de
garatéias, além dos mesmos fatores da escolha de anzóis, depende de
alguns outros necessários para o correto trabalho da isca artificial. O
peso da garatéia influenciará diferentemente na flutuabilidade da isca,
bem como o tamanho fará com que o trabalho de cada isca seja melhor ou
pior. Por isso, ao se comprar garatéias deve-se atentar aos seguintes
fatores: a.
Tamanho
da garatéia em relação à isca artificial b.
Peso
da garatéia em ralação à isca artificial c.
Resistência
da garatéia em relação ao peixe que se pretende pescar d.
Qualidade
das pontas dos anzóis que compõem a garatéia e.
Resistência da garatéia em relação à corrosão Todos
esses fatores agrupados farão com que o trabalho, a durabilidade e a
produtividade do seu equipamento sejam aproveitados da melhor forma possível.
Se você não souber qual anzol utilizar, opte pelo maruseigo, pois é o
que se adapta a uma maior variedade de espécies. Para
começar recomendo dois tipos básicos de anzóis, os chamados "ponta
de cristal" e os do tipo "maruseigo". As garatéias
ponta-de-cristal são finas, possuem haste longa, e uma fisga extremamente
afiada, enquanto os maruseigo são mais curtos e mais curvados, sendo bons
anzóis de uso geral. A utilização de garatéias salvo quando
guarnecendo iscas artificiais, não é considerado esportivo, sendo mesmo
ilegal em alguns locais. |
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Atualmente
existem diversos tipos e marcas de linhas, indo das mais baratas às mais
caras, e do mono ao multifilamento, com características completamente
diferentes quanto a sua aplicação. Estas características estão
relacionadas a maciez, resistência a abrasão, a uniformidade da medida
do filamento, etc. O importante é que a linha a ser utilizada seja
adequada ao tipo de pesca a ser praticada. As linhas mais comuns e usuais
são os monofilamentos produzidos em material sintético conhecidos
como nylon em seu estado primário (monômero) ou construídas sob a
combinação de nylon de diferentes características (polímeros) onde
teremos como resultado monofilamentos resistente a abrasão ou impacto. Já
os multifilamentos As
linhas de fly são linhas que possuem características distintas,
onde a primeira delas esta relacionada ao tipo de caniço, ou seja, uma
linha n.º 5 deverá ser usada com vara de ação 5 e assim
sucessivamente. |
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É
um equipamento necessário para o armazenamento da linha de pesca, bem
como, para o lançamento, recolhimento e auxiliar da vara quando se está
trabalhando uma isca ou um peixe. Os molinetes a exemplo das carretilhas
também podem ser para mar, molinetes comuns, spincast e trigger spin.
São
equipamentos com a mesma finalidade das carretilhas porém com características
diferentes: O carretel é em sentido contrário do da carretilha,
funcionam bem com ventos e arremesso de iscas leves, torcem a linha, não
há qualquer facilidade de controle e precisão no arremesso.
Proporcionalmente são mais pesados que as carretilhas e podem ser
utilizados para pesca de arremesso ou corrico, dependendo do porte do
molinete. Possuem razoável quantia de recursos.
São artefatos existentes para serem usados em varas pistol grip (varas com cabo anatômico e com gatilho para apoio do dedo indicador), quanto ao manuseio se assemelham a uma carretilha, porém, quanto ao seu funcionamento são parecidos a um molinete convencional, possuem o carretel protegido, são frágeis, torcem e danificam a linha, são recomendados para linhas finas, é possível fazer arremessos longos, mais precisos e com suavidade.
Também
é conhecido como under spin. Neste item deve ser considerado todo
descritivo do "spincast" exceto no que se refere à vara, que
neste caso será "spinning". |
CARRETILHAS
É
um equipamento necessário para o armazenamento da linha de pesca, bem
como, para o lançamento, recolhimento e auxiliar da vara quando se está
trabalhando uma isca ou um peixe. As carretilhas de modo geral são
distintas em três categorias: Lançamento, Trolling e Fly.
São
equipamentos fisicamente pequenos, utilizados para pesca de arremesso. São
mais completos em recursos para o pescador, oferecem muito controle e
precisão nos arremessos, possuem maior capacidade de tração, não
torcem a linha, são mais leves, estéticos e práticos. |
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São
carretilhas de grande porte com super capacidades de armazenamento de
linha, são pesadas e dispõem de muito pouco recurso (porém precisos), não
servem para arremesso e possuem uma capacidade de tração extremamente
alta. |
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São
instrumentos utilizados somente nesta modalidade, servindo somente como
depósito de linha, auxiliando muito pouco no exercício da pesca, os
recursos são precários. |
São
artigos utilizados para auxiliar o arremesso de iscas, bem como o trabalho com
um peixe fisgado, podendo ser natural como o bambu ou industrializado em fibras
(fibras de vidro, boron, epóxi, carbono etc), ou até mesmo a combinação
destes, com o objetivo de melhorar a sua performance. O importante é que estas
matérias e seus compostos vão dar origem a varas de ação mais leve ou mais
pesada, que poderão ser mais ou menos flexíveis. Duas características são
necessárias ser observadas: Resistência e Ação.
Resistência
A
resistência de um caniço é medida internacionalmente em libras. Esta resistência
é uma forma utilizada para medir e expressar a dureza de uma determinada ação.
Ação
A
Ação indica
o ponto em que a vara começa a vergar sob uma dada força. Desta forma podemos
definir se o equipamento é de ação rápida, moderada ou lenta. Assim sendo
caniços com a mesma resistência podem ter diferentes ações, a saber:
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Ação
Rápida |
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Ação
Moderada |
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Ação
Lenta |
Obs:
As referências utilizadas são como exemplo, pode existir outras por projeto de
cada fabricante.
TIPOS
DE VARAS
Os
caniços industrializados dividem-se em caniços para arremesso ou não, a
saber:
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Assim
sendo concluímos que não podemos utilizar com sucesso um molinete em vara de
carretilhas e vice-versa.
APLICAÇÃO
Os
caniços de maneira geral diferem entre si quanto ao tipo de pesca:
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Obs:
Todo caniço de boa qualidade tem especificado suas características técnicas
como: comprimento, ação, casting e linha adequada a sua resistência. Assim
sendo, em cada categoria de pesca, teremos emoção se o equipamento for
adequado a ela. Categoria de pesca: micro lite, lite, medium, heavy etc.
Inicialmente
cabe mencionar que o termo "chumbada" na verdade refere-se a qualquer
objeto pesado atado a extremidade da linha de pesca para viabilizar seu
arremesso a distância e manter os anzóis e iscas abaixo da superfície da água.
Pelo seu baixo preço e densidade relativamente alta estes objetos são
tradicionalmente confeccionados em chumbo, daí a denominação
"chumbada". Para a
escolha da chumbada mais adequada deve-se levar em consideração, além das
características da vara e da linha que se esta utilizando, as características
locais, tais como ventos, correntes e tipo de fundo. Isto, evidentemente, sem
falar na espécie de peixe que se esta tentando capturar. Como regra geral
pode-se dividir a chumbadas em duas categorias, a saber: arredondadas e
angulosas.
ARREDONDADAS
Dos
tipos gota, bola, pingo e similares - tais chumbadas são adequadas para locais
pedregosos ou similares nos quais há maior probabilidade do material
prender-se. Por outro lado, tais formatos são mais propensos a ação de
correntes, uma vez que se fixam com maior dificuldades. Muito embora, como já
mencionado, as chumbadas podem ser feitas de qualquer material e ter qualquer
formato, vale ressaltar que a má escolha da chumbada pode ter grande impacto no
resultado de uma pescaria. De forma geral recomenda-se o uso de chumbos
"angulosos", uma vez que se "agarram" com mais facilidade,
especialmente na pesca de praia. Isto é verdadeiro e deve ser levado em
consideração se você quiser pescar na zona de arrebentação ou próximo
dela, uma vez que esta zona é caracteristicamente de alta dinâmica. Por outro
lado, de forma geral, o arremesso com chumbos arredondados é capaz de alcançar
maiores distâncias, além de oferecer menos resistência na hora de recolher a
linha. Portanto, em uma zona desconhecida, a técnica mais adequada seria,
inicialmente, testar uma chumbada mais arredondada. Porém, se houver uma
corrente muito intensa que arreste demasiadamente a chumbada, então a mesma
deverá ser substituída por uma angulosa. Por outro lado, o pescador deve
assegurar-se que a linha esta correndo devido ao formato da chumbada ou ao peso
insuficiente da mesma. Quanto mais grossa a linha utilizada for e o arremesso
mais longo, maior será a força exercida sobre a mesma pelas correntes e,
conseqüentemente, maior o deslocamento da chumbada. O peso da chumbada, por
outro lado, é limitado pelas características da linha, da vara e da carretilha
ou molinete. Linhas mais finas podem romper-se, especialmente no momento do
arremesso (arranque) se a chumbada for demasiadamente pesada. As varas também
possuem, em função de sua flexibilidade e resistência, capacidades específicas
de trabalhar com determinadas chumbadas. Para uma vara de ação média e com
linhas de 0,32 a 0,42 mm, como que recomendamos para os iniciantes nos outros
capítulos, uma chumbada na faixa de 100 g dá um bom inicio.
Tradicionalmente
conhecidos como chumbada para pesca,
onde o nome que tem é pelo fato de serem construídos com chumbo, tendo em
vista o seu peso específico e preço, porém nada impede que sejam construídos
com outra matéria prima. O fato é que tais pesos têm como finalidade
transportar nossas iscas aos lugares onde provavelmente se encontram os peixes.
É importante se ter conhecimento sobre os diversos tipos e pesos de chumbada,
pois estas não são âncoras, elas além do arremesso devem permitir que a isca
se desloque lentamente, ajudando na procura do peixe, mas também não deve
permitir que a isca corra, fugindo do peixe. Para a escolha do modelo deveremos
levar em conta o local e o tipo de fundo em que iremos pescar. Para locais em
que existam muitas pedras, utiliza-se peso arredondado como carambola, gota,
pingo, bola, etc.
`ANGULOSAS
Dos
tipos triangular, piramidal e similares - estas chumbadas são recomendadas para
lugares mais abertos, como fundos arenosos ou areno-lodosos, onde a
probabilidade do material prender-se é menor. Fixam-se com mais facilidade. Para
locais sem enrosco, utiliza-se chumbadas com linhas retas e que permitam
neutralizar parcialmente a ação da água, neste caso o formato mais indicado
é a pirâmide, triângulo e seus derivados.
Em
relação ao motor o melhor é o motor zero (novo). Portanto, na hora de comprar
o seu motor vá a uma loja especializada e compre um novo. Quanto à potência,
não se deve vir ao Pantanal com motores de 4,5 ou 8,0 HP, pois aqui, os rios são
largos e algumas vezes com correntezas, necessitando assim, de um motor de no mínimo
15 HP e no máximo 30 HP. O pescador que resolver ir a uma pescaria em numa bela
lancha equipada com motor de 90 HP não irá pescar nada, pois a vibração da hélice
será tão grande que não ficará um peixe sequer nos locais em que se passar.
Muitos
pescadores, principalmente os novatos, têm um sonho em comum: o barco de alumínio,
o motor de popa e uma carreta para transportá-
los.
Antigamente, a realização só era possível por aqueles que estavam em boa
situação financeira e pagavam em dólares. Mas hoje, é ao contrário, a
maioria consegue realizar este sonho, mesmo o menos abonado, em virtude de
existir vários consórcios e a facilidade de adquiri-los em muitas prestações.
Porém, na hora da realização do grande sonho, vem a dúvida. Qual é o
melhor barco para se pescar no Pantanal? O ideal é o de 6 metros
de comprimento, por um metro e quarenta de largura, com bordas altas. Em relação
à espessura do alumínio a indicada é de 1,5 milímetros. Outra coisa
importante é o piso do barco, pois é nele que você vai estar arremessando as
iscas e retirando os peixes, sendo necessário assim que os mesmos sejam de
compensado marítimo e revestidos de borracha.
Independente da modalidade, a segurança faz com que busquemos outros equipamentos necessários à pesca. São eles:
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ALICATE
PEGA PEIXE
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ALICATE
DE BICO
Utilizado
para retirar anzóis da boca dos peixes, bem como, auxiliar ao conserto
de equipamentos, confecção de empates, aperto de nós, etc. |
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ALICATE
DE CORTE
Se
necessário para cortar e anzóis e outros arames que sejam necessários. |
CORTADOR
DE LINHAS
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Gancho
em forma de anzol sem fisga, com haste longa, podendo ou não ser retrátil,
cujo objetivo é imobilizar o peixe. A maneira correta para imobilizar o
peixe, é cravando o bicheiro na boca do espécime. |
É
uma Rede em forma de coador que auxilia no recolhimento do peixe. No
tamanho reduzido, pode também ser utilizada para pegar a isca viva
dentro do viveiro quando a água está turva. |
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Dentre
os diversos tipos de peixes, podemos distinguí-los como espécies de meia água
ou de fundo. Para a pesca de peixes de meia água é necessário algum artifício
para que a isca possa se manter na profundidade necessária. a bóia tem importância
fundamental nesta modalidade de pesca, pois a variação de temperatura, bem
como a pressão atmosférica faz com que os peixes de meia água mudem o seu
comportamento e também a profundidade em que normalmente vivem.
Atualmente
existem incontáveis modelos, tamanhos e cores de bóias, luminosas ou não,
onde para o exercício da pesca utilizar desde o mais rudimentar ao mais
sofisticado, o importante para o sucesso da pescaria é o equilíbrio do
conjunto. Somente o tempo e a prática fará com que se escolha o modelo mais
produtivo para sua pescaria.
Outros itens que
necessariamente devem constar da tralha a ser levada pelo pescador são coletes
salva-vidas, capa de chuva, repelente, boné, alicate para ajudar a tirar o
peixe da água, alicate de bico para dar mais rapidez na troca de anzóis, uma
lanterna com pilhas sobressalentes, caso o pescador tenha intenção de pescar
à noite, horário em que os maiores peixes encostam-se às margens dos rios
para se alimentar, luvas para se pegar alguma isca escorregadia ou determinados
peixes, caixa para guardar todo o possível equipamento e viveiro para manter o
peixe fisgado vivo, dentre os demais equipamentos.
ORIENTAÇÃO
GENÉRICA A UMA BOA PESCA
Comprar
uma vaga num pacote não é o único requisito básico que o pescador deve
preencher para se aventurar às águas do Pantanal. O primeiro passo é retirar
a documentação para poder pescar. Ela é concedida pelo Ibama, e o preço
varia de acordo com o tipo de pesca que vai fazer, embarcada ou desembarcada.
Depois de consultar o Ibama sobre possibilidades de pesca na região escolhida,
chega a hora de confirmar a liberação de pesca. Existem dois tipos de pesca,
para aqueles que vão usar barco o e para aqueles que não vão usar barco. Os
formulários são encontrados em lojas de pesca, papelarias ou no próprio
Ibama. Confira mais detalhes nos itens “Leis da Pesca” e “A Piracema”.
A
VARA CERTA
A
tralha deve estar adequada para o tipo de pescaria que se
pretende fazer. Se o pescador optar por fazer uma pescaria pesada ou de
fundeio pegando jaús, dourados, pintados, cacharas e surubins, é aconselhável
varas com resistência de 45lbs de ação média pesada, mas se você optar por
uma pescaria mais leve, é recomendável varas de ação média que varia em
torno de 10lbs, para capturar pacús, jurupocas, palmitos, piraputangas e
jurupecens.
LINHAS
E MOLINETES
O
molinete ou carretilha para pesca pesada deve armazenar no mínimo uns 100
metros de linha 0,50mm, isto para pescaria pesada, já para leve, molinetes ou
carretilhas que comportem uns 100 metros de linha 0,33mm.
CHUMBO
O
chumbo é um caso interessante a ser discutido, pois não podemos indicar sempre
com certeza o tamanho certo do chumbo. Nunca sabemos como está a correnteza nos
locais escolhidos. Por isso, é sempre bom levarmos opções de chumbo que
variem em torno de 10 a 70 gramas de formato ovalado (oliva).
ANZÓIS
Para não enfrentar dificuldades com a falta de material, o ideal é ter cerca de 60 anzóis dos tamanhos 6/0, 7/0 e 8/0 e todos encastoados com um cabo de aço de 60 a 80 libras, espécie de líder de 20 a 40 centímetros, para evitar que o peixe rompa a linha ou que as piranhas cortem. A tralha é o tipo de item que não se deve economizar, pois o pior que pode acontecer para um pescador é ele estar no meio do rio pegando peixe e seu material acabar.